Se a dor no seu cotovelo não passa, principalmente ao segurar objetos, levantar peso ou girar o punho, isso pode ser epicondilite, uma inflamação nos tendões que ligam o antebraço ao cotovelo, geralmente causada por uso repetitivo ou sobrecarga.
Ela costuma aparecer em dois padrões:
Ao contrário do que muitos pensam, não é preciso praticar esportes para desenvolver esse tipo de lesão. A repetição de gestos simples do dia a dia já é suficiente para desencadear o problema.
Quando não tratada adequadamente, a epicondilite pode evoluir para dor crônica e limitação funcional, e é justamente isso que queremos evitar.
O Cotovelo de tenista costuma dar sinais claros, mas que muita gente ignora no começo. Entre os sintomas mais comuns estão:
Com o tempo, a dor pode ficar mais frequente, mais intensa e começar a atrapalhar atividades simples, além de reduzir a força do braço e prejudicar o sono.
O Dr. Rafael Hamada, ortopedista especializado em Medicina da Dor e Medicina Regenerativa, reforça:
“A dor no cotovelo costuma ser subestimada. Quando tratamos cedo, evitamos que o quadro se torne crônico e aceleramos a recuperação do tendão.”
O Dr. Rafael Hamada (CRM 166967 – RQE 70574) é médico pela UNOESTE, com residência em Ortopedia e Traumatologia pela Beneficência Portuguesa — uma das instituições mais tradicionais do país.
Especializado em Medicina da Dor e Medicina Regenerativa, reúne mais de 10 anos de experiência clínica.
Reconhecido por integrar tecnologias avançadas ao cuidado ortopédico, o Dr. Rafael busca sempre identificar a verdadeira causa das dores e tratar o problema com estratégias personalizadas.
Seu foco está em devolver movimento, força e liberdade ao paciente, sempre priorizando abordagens seguras e, na maioria das vezes, evitando a necessidade de cirurgia.
O sucesso no tratamento da epicondilite depende de um plano estruturado, assertivo e realizado por um especialista. Com o Dr. Rafael, o processo começa com uma avaliação clínica detalhada para identificar o grau de inflamação, sobrecarga e limitações funcionais.
A partir disso, um protocolo personalizado é construído, combinando as opções mais indicadas para cada caso:
Infiltrações Guiadas por Ultrassom
Permitem que medicações ou substâncias regenerativas sejam aplicadas exatamente na região do tendão inflamado. São opções extremamente eficazes para acelerar a melhora.
Podem incluir: PRP (Plasma Rico em Plaquetas), BMA (Aspirado de Medula Óssea), Ortobiológicos de alta performance ou corticoide, quando indicado.
Terapia por Ondas de Choque
Estimula o reparo do tendão, melhora a circulação e reduz a dor de forma progressiva. É um dos tratamentos mais eficientes para quadros crônicos ou resistentes.
Sistema Super Indutivo (SIS)
Tecnologia moderna, utilizada para analgesia profunda, relaxamento muscular e aceleração da recuperação funcional do braço.
Proloterapia e Mesoterapia
Recursos complementares que auxiliam no fortalecimento e no controle da dor localizada, especialmente em tendões com sobrecarga prolongada.
Se a dor está atrapalhando sua rotina, o tratamento certo na hora certa evita piora, acelera a recuperação e impede que o problema se torne crônico.
Com técnicas modernas, abordagem integrativa e protocolos precisos, o Dr. Rafael Hamada oferece um cuidado completo e diferenciado para quem busca voltar a viver sem dor.
Agende sua consulta e dê o primeiro passo para recuperar seu movimento, sua força e sua qualidade de vida.
Faça pausas durante atividades repetitivas → Dar descanso ao braço evita sobrecarga nos tendões.
Fortaleça o antebraço → Exercícios leves ajudam a proteger o cotovelo de lesões.
Alongue diariamente → Alongamentos rápidos do punho e antebraço reduzem a tensão.
Evite pegar peso com o braço estendido → Mantenha o peso próximo ao corpo sempre que possível.
Ajuste sua postura de trabalho → Teclado, mouse e ferramentas precisam estar na posição correta.
Diminua a intensidade do treino quando sentir desconforto → Forçar a região inflamada piora o quadro.
Busque avaliação logo nos primeiros sinais de dor → Quanto antes tratado, mais fácil evitar que a epicondilite se torne crônica.